O deputado estadual Beto Dois a Um (Podemos) protocolou na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, durante a sessão do dia 25 de março, o Projeto de Lei nº 365/2026, que reconhece oficialmente o município de Barra do Garças como a Capital do Turismo Místico e Esotérico do Estado. A proposta busca valorizar uma das características mais marcantes da cidade, conhecida nacionalmente por suas belezas naturais, histórias ligadas à ufologia e forte conexão com práticas espiritualistas.
De acordo com o texto, o reconhecimento tem como objetivos fortalecer o turismo regional, incentivar eventos e atividades voltadas ao segmento místico e esotérico, promover o desenvolvimento econômico local e ampliar a visibilidade de Mato Grosso no cenário turístico nacional e internacional. A matéria também prevê ações de divulgação, preservação dos atrativos turísticos e incentivo a estudos sobre o potencial cultural da região.
Na justificativa do projeto, o parlamentar destaca que Barra do Garças reúne características únicas que a consolidam como referência nesse segmento turístico. “O Município possui notório reconhecimento por sua singular combinação de belezas naturais, manifestações culturais e forte identidade ligada à espiritualidade, ao misticismo e ao esoterismo”, argumenta o deputado.
Entre os pontos destacados pelo autor da proposta está o famoso Discoporto, construído na década de 1990 e transformado em um dos principais símbolos turísticos da cidade. O local é associado a relatos de fenômenos ufológicos e experiências místicas, atraindo visitantes de diversas regiões do país. Além disso, a região é cercada por narrativas sobre civilizações antigas, cidades perdidas e supostos portais energéticos, elementos que ajudam a fortalecer a identidade turística do município.
Segundo Beto Dois a Um, o reconhecimento oficial contribuirá para fortalecer o turismo regional, valorizar o patrimônio cultural e natural de Barra do Garças, incentivar novos investimentos e consolidar o município como destino estratégico para visitantes interessados em experiências ligadas ao misticismo, espiritualidade e contemplação da natureza. A proposta possui caráter declaratório e não gera despesas obrigatórias ao Poder Executivo.



